Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Planeta do Futebol

 

 

Ontem foi lançado na Fnac do Norteshopping o livro "Planeta do Futebol" da autoria de Luís Freitas Lobo. O comentador de futebol decidiu perpetuar a sua sabedoria e por isso escreveu o livro porque, segundo ele, "nos jornais, as opiniões só contam no dia. No dia seguinte já não interessam para nada".

A mesa de apresentação contou com a presença de Carlos Daniel, jornalista da RTP e André Vilas Boas, ex -olheiro do Chelsea.

Na plateia marcaram presenças pessoas ligadas ao futebol como Jaime Pacheco, treinador do Boavista, Domingos Paciência, técnico da Académica, José Gomes, ex treinador do Aves, Luís Castro, coordenador do departamento juvenil do F.C.Porto, entre outros.

A evento terminou com uma sessão de autógrafos para todos aqueles que adquiriram o livro.

 

 

 

Álvaro Gonçalves

publicado por Álvaro Gonçalves às 12:42
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2 comentários:
De Sara Oliveira a 15 de Dezembro de 2007 às 14:58
Sim senhor. Até acabou por te correr muito bem a tua ida às compras :D

De Nuno_12a@hotmail.com a 15 de Dezembro de 2007 às 16:58
Estiveste a centímetros dessa lenda do futebol táctico. O homem que passa o jogo todo a comentar com exactidão os passe curtos, as diagonais e os losangos.

Só alguém que gosta mesmo de futebol, é capaz de escrever o seguinte sobre o célebre penalty de Panenka:

"Quando partiu para a bola, Panenka tinha toda a Europa suspensa a olhar para ele. Mesmo assim, o seu bigode escovinha nunca tremeu. Deu sete passos em corrida, chegou junto da bola, e, na hora de levantar a chuteira para o remate, reparou que, como quase sempre, Maier já começara a tombar lentamente, antes da bola partir, para o lado esquerdo, esperando, talvez, um potente disparo como o anterior. Fracções de segundo suficientes para em vez de chutar forte, Panenka meter o bico da bota por baixo da bola e dar-lhe apenas um leve toque que a fez levantar num pequeno chapéu que começou a descer, em folha-seca, mesmo ao passar pela linha de golo, perante o desespero de Maier, uma montanha em forma de guarda redes que se deixara cair como um castelo de cartas para o lado. Apesar de ser um polvo gigante e estar a centímetros da bola que lhe passava tão devagar a seu lado, era impossível, pela sua posição, conseguir lhe tocar. Limitou-se a assistir, desesperado, a como ela, tão mansamente, se aninhava no fundo das redes. Golo!"

ou falar do Maradona, reza a crónica, a única prova que Deus existe...

"Quero falar-vos de um poeta. Um poeta do futebol maravilha que transformou em terreno aquilo que nem os Deuses, na relva do Olimpo, tinham logrado sonhar.
Há quem defenda que a bola é um ser vivo, dotada de vontade própria, que só se aproxima daqueles que a sabem tratar bem, com amor e carinho. Também penso assim. Por isso, durante muito tempo, pensou-se que o tesouro do futebol estava guardado num lugar seguro, fechado a sete chaves: O corpo de Diego Maradona."

Para quando uma entrevista ao Sr. Luís Freitas Lobo?
Continuação de bom trabalho,
Nuno Pinho.

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